Nossos sócios João Paulo Bachur e Mônica Tiemy Fujimoto publicaram artigo no JOTA analisando os limites do marco regulatório atual das apostas esportivas no Brasil e a necessidade de uma nova etapa institucional para o setor.
Com a Lei 14.790/2023 e a criação da Secretaria de Prêmios e Apostas, o país encerrou a fase de implantação inicial do mercado regulado, mas o desafio agora se desloca da autorização dos operadores para a supervisão permanente das plataformas, o combate ao jogo ilegal e o monitoramento contínuo de riscos em um setor cujos gastos dos brasileiros superaram R$ 30 bilhões por mês em março de 2026.
Na visão de João e Monica, a criação de uma Agência Reguladora de Jogos e Apostas deve ser compreendida como resposta à complexidade do setor, pois o modelo de agência independente oferece estrutura mais adequada para a supervisão permanente, com corpo técnico especializado, dirigentes com mandato e capacidade de coordenação interinstitucional com órgãos como o Banco Central, o Ministério da Saúde e autoridades policiais.
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